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A Lei do Renascimento

pelo Mestre--, através de Benjamin Creme

Na Nova Era, as pessoas conhecerão a continuidade da vida, perderão o seu medo da vida e da morte, e irão transformar a existência humana.

Grande confusão impera quanto à compreensão do homem das leis governando o renascimento. Esta confusão é refletida em uma variedade de ensinamentos e interpretações que existem, e que servem para aprofundar a ignorância e medo do homem.

Por eras incontáveis no Oriente, a idéia de sucessivas vidas governadas por uma lei do carma imutável dificilmente esteve em duvida. O resultado foi uma pronta aceitação das circunstâncias do presente, sejam o quão desagradáveis ou desumanas que elas possam ser. No Ocidente, por outro lado, o conceito de repetidas encarnações esteve dormente, atraindo a atenção de apenas alguns poucos desde sua exclusão dos ensinamentos da Igreja no século 6 sobre a instigação do Imperador Justiniano. Se os ensinamentos de Orígenes tivessem permanecido dentro do corpo da crença Cristã, uma abordagem completamente diferente aos fatos da vida e morte teria pertencido ao Ocidente.

Aquele grande Iniciado sabia e ensinou a verdade dos ciclos de encarnação, inaugurados pelo Senhor do Mundo, procedendo sobre o impulso da Lei do Sacrifício, e governado pela Lei de Causa e Efeito. A eliminação desta verdade dos ensinamentos da Igreja  resultou na ignorância e medo tão em evidência hoje. Onde o interesse na reencarnação sobreviveu, ele, em sua maior parte, assumiu a forma de um quase exclusivo interesse nos supostos detalhes pessoais de vidas passadas.

No vindouro ciclo de Aquário, uma abordagem completamente nova para com a Lei do Renascimento será tomada. Não mais a velha e fatalista aceitação de que tudo o que acontece como a inexorável mão do carma agindo no Oriente, condenando milhões à vidas de escravidão e dor; não mais, no Ocidente, o homem irá ignorar as leis fundamentais de sua existência e as responsabilidades pessoais que o trabalho destas leis conferem. Os homens saberão que eles mesmos criam, através do pensamento e da ação, as circunstâncias de suas vidas; mas também, que pelo trabalho destas mesmas leis eles podem transformar e mudar para melhor suas naturezas e condições.

Isto levará a uma reavaliação do sentido e propósito da vida e uma abordagem mais saudável ao fato da morte. Uma compreensão da continuidade de toda a vida, encarnada ou não, irá substituir o presente medo; a velha fobia da morte como o fim de tudo irá desaparecer na nova luz que irá iluminar as mentes dos homens. Nos cantos mais sombrios da superstição e ignorância, esta nova luz irá brilhar, despertando os homens para a consciência de suas divindades como almas imortais.

A verdadeira compreensão da máxima do Cristo, que nós colhemos o que semeamos, irá transformar a existência humana em todos os aspectos. Tolerância e inofensividade desconhecidas antes irão substituir a presente separação, conforme o homem reconheça a justiça e lógica da Lei.

A nova era irá trazer novos insights e o homem irá abordar a vida como a aventura que ela é, uma jornada de descoberta—a descoberta do fato de que Deus e o homem são um; que nada divide a não ser a limitada visão daquele que procura; que todos os homens têm um diferente mapa para o mesmo objetivo, que o objetivo para todos nós nos esforçando é a percepção da divindade que espera nosso reconhecimento.

Sobre a grande Lei do Renascimento nós tomamos aquela jornada novamente e mais uma vez, até que finalmente nós entrarmos naquela Luz de nossa própria compreensão como Filhos de Deus auto aperfeiçoados.


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