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Assuntos Econômicos e Financeiros
- Perg & Resp


P. A quebra na bolsa de valores prevista por Maitreya irá iniciar um período de dificuldades econômicas extremas ou estas dificuldades serão evitadas com a ajuda de Maitreya?

R. A quebra na bolsa de valores que Maitreya diz ser inevitável irá obviamente levar à mudanças. Estas foram previstas como tendo a forma de uma reorientação das prioridades pelos governos ao redor do mundo. Alimentação adequada, abrigo, saúde e educação, como direitos universais, se tornarão o objetivo. Isto dificilmente pode ser chamado de “dificuldades”. Para atingir isto de uma vez por todas, é lógico, irá se exigir uma distribuição mais justa dos recursos do mundo e, portanto, algum sacrifício da parte das presentemente nações mais ricas.

P. Maitreya diz que as forças de mercado são cegas, mas a atual teoria econômica simplesmente aponta para a lei da oferta e da demanda, e o pensamento atual o equaliza com liberdade

R. O Mestre: É uma questão de onde você se encontra inicialmente: esta é a base do seu movimento em resposta à oferta e à demanda. Um homem demanda “x” da vida e sua demanda será suprida rapidamente, com pouco gasto de energia. Outro demanda “x” mais outros fatores, e uma quantidade maior de energia é requerida para atingir suas necessidades. Pessoas fazem diferentes demandas sobre a lei da oferta. Alguns demandam mais da vida, comandam grandes recursos, e se estes são atingidos, só podem ser às custas daqueles que demandam, ou que podem demandar muito pouco. Esta é a cegueira das forças de mercado, que não leva em consideração as diferenças de status (econômico, social e outros) daqueles que fazem a demanda. Portanto a operação destas forças contém uma desigualdade interna: elas são intrinsecamente separatistas. É por isso que Maitreya as chama de “satânicas”. Se todos começassem do mesmo ponto, poderia haver alguma lógica para elas. Mas ninguém começa. Você já tem pessoas ricas e pobres, e nações ricas e pobres.

P. Maitreya diz que no Islã nenhum juros deve ser cobrado sobre o capital. Já que as economias Ocidentais sobrevivem dos juros, o Ocidente deve livrar-se do seu sistema econômico?

R. A resposta curta para isso é sim. É um sistema completamente irracional que nos trouxe a beira da destruição. Maitreya chama as forças de mercado—que são a base do sistema econômico Ocidental e outro termo para “ganância”—as forças do mal. Ele diz que não há nada mais destrutivo do que a cegueira que se segue às forças de mercado, que qualquer nação que a segue irá colher a destruição. A filosofia das forças de mercado pressupõe que todos estão no mesmo nível, com a mesma quantidade de dinheiro e com as mesmas necessidades. O fato é que a diferença entre o mundo desenvolvido e o Terceiro Mundo está ficando maior cada dia. As nações do Terceiro Mundo, devem, supostamente, se conformarem com as forças de mercado—e se elas forem para o Banco Mundial ou o FMI para pedir ajuda, como uma condição para aquela ajuda, inevitavelmente, está alguma reorganização de suas economias que levam a uma maior quantidade de forças de mercado. Isto está destruindo a economia do Terceiro Mundo, tanto que, no anti-penúltimo ano, mais de US$ 40 milhões a mais foram do Terceiro Mundo para o mundo desenvolvido em pagamento de empréstimos do que do mundo desenvolvido para o Terceiro Mundo em novos empréstimos. Não há nada de ajuda nisso. É usura.

P. Você diz que a presente ordem econômica e financeira vai quebrar—o que nós fazemos? Eu devo retirar meu dinheiro amanhã?

R. O que nós devemos fazer é partilhar os recursos do mundo. O maior cassino do mundo está nas moedas e em “futuros”. O valor de qualquer moeda possui pouca relação com a base industrial do país ao qual ela pertence. Isto é verdade para todas as nações desenvolvidas. Se você tem contratos e ações, e você mesmo faz a jogatina, este é o conselho que eu dou: “Saia amanhã!”. Mas se você apenas possui seu salário numa base semanal, mensal ou anual no banco, você vai sobreviver da maneira normal, mas sua vida vai mudar porque a vida de todos irá mudar. Nós no mundo desenvolvido não podemos continuar destruindo os recursos do mundo—eles são finitos. Se nós quisermos que nossas crianças vivam vidas meramente decentes, nós temos que preservar estes recursos. Isto significa que nós precisamos criar uma economia sustentável—que é perfeitamente possível. Por anos, grupos ao redor do mundo estiveram advogando tal economia. Existem várias maneiras pelas quais isto pode ser feito—principalmente pela simplificação de hábitos e estilos de vida.

P. Como um sistema sócio-econômico apropriado para a era vindoura seria?

R. A mim, ele teria que refletir a interconexão interna das pessoas umas com as outras e com o planeta. Uma suficiência sustentável deveria substituir o sistema presente de super-produção, competição e desperdício. Portanto, interdependência e co-operação, justiça social, liberdade e partilha seriam as notas chaves de um sistema viável fundamentado espiritualmente. Ele deveria também levar em consideração, e dar oportunidades para, a iniciativa individual do homem e empreendimentos criativos, mas não às custas da justiça social e do bem do grupo. Maitreya, através de Seus associados, disse que a unificação da Alemanha é um símbolo do futuro sistema social: não capitalismo contra comunismo, mas social democracia ou socialismo democrático com completa participação de todas as pessoas em seus próprios governos. Donas de casa, doutores, artistas, professores, etc, exerceriam completamente as suas partes em um governo do povo, para o povo, e pelo povo; algo nunca alcançado antes, Oriente ou Ocidente.

P. Você pode nos dar alguma idéia das transformações econômicas de nossas vidas que irão ocorrer?

R. A redistribuição dos recursos é um problema que está no cerne da crise econômica, e de fato, espiritual sobrepondo-se ao mundo hoje. A crise espiritual está focada no teatro político e econômico. É por isso que Maitreya vem, inicialmente, como um instrutor político e econômico. Embora os seus ensinamentos sejam não-religiosos, e sim sobre a vida espiritual, sobre corretas relações humanas. Quando partilhamos os recursos do mundo nós damos os primeiros passos para resolvermos as doenças do mundo, e o primeiro passo para nossa divindade.

O método, como eu o entendo, será uma sofisticada forma de escambo no qual as nações colocarão à disposição os seus recursos em excesso e os redistribuirão de maneira justa e correta de acordo com a necessidade. Nada será imposto, depende de nós, e muitas idéias diferentes serão apresentadas. Como um mínimo básico, o objetivo são alimentação adequada, abrigo, saúde e educação para todos como direitos universais.

P. Como você contempla o resultado imediato da Quebra nas Bolsas de Valores no Ocidente?

R. Depois do choque preliminar, as nações irão se encontrar e discutir as maneiras de se lidar com o futuro de maneira ordenada. Aqueles que se mantiveram mais enfaticamente por de trás da dominação das forças de mercado irão se encontrar sem apoio na dispersão que irá acontecer, e aqueles advogando co-operação irão ganhar ascensão. Isto não ocorrerá da noite para o dia. O processo será gradual, mas não será muito atrasado. Já existem aqueles em vários governos que estão aguardando o momento para agirem.

P. A Quebra na Bolsa de Valores será seguida por hiperinflação ou deflação?

R. Deflação.

P. Quando as bolsas de valores quebrarem (1) Como nós poderemos nos proteger do efeito de uma quebra das bolsas? (2) Haverá falta de comida, medicamentos, água, gás, eletricidade, e empregos, etc? (3) Existirão pensões no futuro?

R. (1) Todos serão afetados em um grau maior ou menor. A melhor proteção é não investir no mercado de ações. (2) Não se propriamente organizado e se as pessoas não tentarem acumular. Obviamente, empregos em alguns setores irão sofrer, como agora. (3) Sim.

P. Como uma quebra financeira de mercados desenvolvidos resultará numa distribuição mais justa da riqueza para países abaixo do desenvolvimento (2) e quando?

R. (1) Maitreya irá emergir assim que o “colapso” for global e Ele irá advogar os princípios da partilha como a única resposta para os nossos problemas econômicos. Quando nós virmos isso, nós colocaremos em andamento os planos para a redistribuição de recursos que já existem, esperando para serem implementados. Este “colapso” está” de fato agora se tornando global em extensão. (2) É impossível dar uma data precisa, mas tudo aponta para daqui pouco tempo.

O Senhor Maitreya irá nos ensinar como compartilhar? A idéia de ajudar as pessoas do outro lado do mundo enquanto nós estamos vivendo em Londres, por exemplo, é algo difícil de entender.

R. Isto não é difícil de entender, quando você se lembra que no fim da Segunda Guerra Mundial a economia da Europa estava absolutamente de joelhos. Existiam literalmente milhões de refugiados para se lidar; os campos de concentração tinham sido abertos e os milhões de internos tinham sido libertados. Havia um problema colossal: A Alemanha tinha sido bombardeada até os pedaços;a maior parte de suas cidades estavam em ruínas. Isto era verdade também para áreas na França e na Bélgica e em partes da Inglaterra—eu não preciso entrar em todos os detalhes. A Europa—e a União Soviética—estavam em trapos, e o que aconteceu? Milhares de milhas distantes atravessando o mar, um Americano chamado George Marshall teve um plano brilhante: o Plano Marshall veio em nascença e dinheiro e bens em uma base de empréstimos foram enviados dos Estados Unidos para Europa; o maior exercício de partilha no mundo transformou a Europa. Em poucos anos a economia estava funcionando e as cidades foram reconstruídas.

Partilha em uma base mundial é possível se você tiver o conceito e a vontade. É simplesmente um reconhecimento da necessidade de se achar um caminho para realizá-lo.

Os Mestres possuem um plano bem simples que foi trabalhado, não por Eles, com a ajuda Deles, por um grupo de iniciados, economistas e financistas de porte internacional, mas que também são membros da Hierarquia Espiritual. A cada nação será solicitado um inventário do que ela possui e do que ela precisa. Desta maneira, os “bolos” do mundo serão conhecidos. A cada nação será pedido que em confiança mútua coloque a disposição suas mercadorias em excesso. Uma nova agência das Nações Unidas lidando apenas com distribuição dos recursos será formada sobre a supervisão de um Mestre ou pelos menos um iniciado de terceiro grau. E assim, pelo simples processo de partilha e troca, uma forma muito sofisticada de escambo irá substituir o presente sistema econômico. Isto não é imediato, mas não está muito distante no futuro.


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