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Assuntos sobre Justiça Social
- Perg & Resp


P. O mundo não pode mais suportar os ricos. Verdade ou mentira?

R. O mundo não pode mais suportar a vasta discrepância entre os padrões de vida das nações ricas e daquelas pobres. Este desequilíbrio está no coração dos nossos problemas políticos/econômicos de hoje. Basicamente é um problema espiritual: uma escolha entre materialismo e separação de um lado e partilha espiritual, justiça e fraternidade do outro. Nossa escolha irá decidir o destino da humanidade.

P. O princípio da partilha que você defende parece como alguma forma de comunismo glorificado aonde todos nós nos tornamos igualmente pobres. O que exatamente é este princípio da partilha?

R. Primeiramente, eu tenho certeza de que não é o objetivo do comunismo que “nós todos nos tornemos igualmente pobres”, mas simplesmente iguais. Se esta igualdade é sempre alcançada ou não é outra questão, mas certamente a justiça social é um objetivo louvável, e se fosse aliado com a liberdade individual eu acredito que poucos no Ocidente iriam discutir sobre ela. Parece que o Sr. Gorbatchev colocou em andamento precisamente tal movimento em direção a uma maior liberdade individual.

Para mim, a necessidade por partilha é auto-evidente: existem tantas pessoas no mundo, cerca de cinco bilhões, com uma variedade de necessidades variando do tamanho da nação e auto-suficiência. Estas nações cultivam ou produzem tanto alimentos, matérias primas, energia, tecnologia, muitas vezes bem maiores do que as suas necessidades individuais, e buscam vender os seus excessos (existe uma estimativa de 10% de excesso de comida no mundo).

Muitos dos países mais pobres (normalmente ex-coloniais) estão longe de serem auto-suficientes e muitas vezes não podem produzir mesmo a quantidade suficiente de comida para as suas pessoas que, como uma conseqüência, tornam-se as milhões que passam fome no mundo.

P. Você pode nos dar alguma idéia das transformações econômicas de nossas vidas que irão ocorrer?

R. A redistribuição dos recursos é um problema que está no cerne da crise econômica, e de fato, espiritual sobrepondo-se ao mundo hoje. A crise espiritual está focada no teatro político e econômico. É por isso que Maitreya vem, inicialmente, como um instrutor político e econômico. Embora os seus ensinamentos sejam não-religiosos, e sim sobre a vida espiritual, sobre corretas relações humanas. Quando partilhamos os recursos do mundo nós damos os primeiros passos para resolvermos as doenças do mundo, e o primeiro passo para nossa divindade.

O método, como eu o entendo, será uma sofisticada forma de escambo no qual as nações colocarão à disposição os seus recursos em excesso e os redistribuirão de maneira justa e correta de acordo com a necessidade. Nada será imposto, depende de nós, e muitas idéias diferentes serão apresentadas. Como um mínimo básico, o objetivo são alimentação adequada, abrigo, saúde e educação para todos como direitos universais.

Os Mestres possuem um plano bem simples que foi trabalhado, não por Eles, com a ajuda Deles, por um grupo de iniciados, economistas e financistas de porte internacional, mas que também são membros da Hierarquia Espiritual. A cada nação será solicitado um inventário do que ela possui e do que ela precisa. Desta maneira, os “bolos” do mundo serão conhecidos. A cada nação será pedido que em confiança mútua coloque a disposição suas mercadorias em excesso. Uma nova agência das Nações Unidas lidando apenas com distribuição dos recursos será formada sobre a supervisão de um Mestre ou pelos menos um iniciado de terceiro grau. E assim, pelo simples processo de partilha e troca, uma forma muito sofisticada de escambo irá substituir o presente sistema econômico. Isto não é imediato, mas não está muito distante no futuro.

O colapso dos mercados de ações, começando no Japão, forçarão os governos a verem certas prioridades que Maitreya enumerou: (1) o fornecimento de alimentos adequados o suficiente para as pessoas; (2) o fornecimento de casa e abrigo adequados; e (3) o fornecimento de educação e instalações de saúde para todos como um direito natural. Isto não parece muito—comida, abrigo, saúde, e educação—mas não existe nenhum lugar do mundo no qual todos destes existam. Nem mesmo nos Estados Unidos que se vê como a nação mais rica, certamente militarmente falando a nação mais poderosa no mundo, dão estes como direitos comuns. Existem 33 milhões de pessoas, oficialmente, nos Estados Unidos vivendo abaixo da linha da pobreza. Quando estas simples e básicas prioridades forem implementadas você terá um mundo transformado. Assim que nós reconhecermos nossa responsabilidade pelo Terceiro Mundo, nós implementaremos o princípio da partilha.

P. Você realmente acredita que a maioria dos Americanos, com o seu amor pelo consumo e pelas posses, suas teimosas auto-justificações e seus dogmatismo religiosos, farão as mudanças que Maitreya advoga? Se sim, por que?

R. Eu devo talvez tornar claro que esta questão vem de um Americano! A resposta é sim, eu acredito. Do lado oposto da moeda do materialismo Americano, “teimosa auto-justificação e dogmatismo religioso” (todas demonstrações dos glamoures da personalidade do 6 º raio dos Estados Unidos), está um intenso idealismo e a capacidade para auto-sacrifício. O mundo está realmente esperando pela demonstração da natureza (amor) do 2 º raio dos Estados Unidos, e quando ela se manifestar, sobre a inspiração do Cristo, este idealismo e capacidade para auto-sacrifício irá se espalhar através dos Estados Unidos e galvanizá-lo afim de mudar de direção. É lógico, eu não estou sugerindo que isto ocorrerá da noite para o dia e que será indolor, mas doloroso, ou se não, não irá acontecer. A América, como o resto do mundo, não possui alternativa a não ser a auto-destruição.

P. Esta mensagem do Cristo (partilha dos recursos) será entendida por banqueiros e aqueles que estão na cabeça de corporações economicamente poderosas?

R. Minha crença é que Sua mensagem será muito bem entendida por estes homens inteligentes. A questão é, irão eles concordar com o Seu conselho de partilhar os recursos? Minha opinião é que alguns irão, e alguns irão resistir até o último momento. Mas o momento da mudança, a lógica da partilha como a única resposta para o nosso sistema econômico irracional e não-funcionável (especialmente depois da quebra nas bolsas que Ele previu que começará no Japão), eventualmente se tornará toda resistente.

Uma vasta corrupção existe ao redor do mundo no momento, presumidamente em cada país, causando muito sofrimento desnecessário.

P. Uma grande quantidade de apoio em comida,etc., enviada para os países do Terceiro Mundo nunca alcança as pessoas que elas deveriam ajudar. Depois do Dia da Declaração, quando o princípio da partilha começar a ser implementado e um programa de apoio imediato for lançado para salvar os milhões que passam fome, como nós poderemos ter certeza que irá efetivamente chegar a estas pessoas e que não serão desviadas para o lucro.

R. Um nova agência das Nações Unidas, preocupada apenas com a distribuição e re-distribuição, será criada para lidar com este e outros problemas. Ao seu comando estará um Mestre ou pelo menos um iniciado de terceiro grau. Será a responsabilidade Deles garantir uma correta distribuição dos alimentos para aqueles em necessidade.

P. Você fala muito sobre partilha com o Terceiro Mundo, mas eu acredito que quando as pessoas do Terceiro Mundo trabalharem tão duro como nós, elas também terão bens o suficiente.

R. Esta declaração é por alguém que, obviamente, não conhece nada sobre as condições de milhões de pessoas em muitos dos países mais pobres do mundo. Apenas para manterem-se vivos, milhões no Terceiro Mundo trabalham mais duro, e por mais horas, do que qualquer outro trabalhador de um país “desenvolvido” poderia imaginar. Apenas para conseguirem água (normalmente impura e potencialmente perigosa para a saúde), muitos andam milhas por dia em temperaturas de 40 graus centigrados. Juntar madeira afim de cozinharem se torna uma grande tarefa de todos os dias. Sem o dinheiro da tecnologia que os Ocidentais tanto estimam, milagres de inventividade são praticados todos os dias em situações sem esperança. Eu acredito que seja precisamente a apavorante complacência implicada por este questionador que mantém o perigoso desequilíbrio entre os desenvolvidos e subdesenvolvidos. Nós lhes devemos nossa ajuda.

P. Seguindo o Dia da Declaração, muitos milhões de pessoas que não tinham anteriormente aceitado sua mensagem irão procurar por um campo de serviço. Naturalmente, a eliminação da pobreza do mundo será proeminente em seus pensamentos. Quais são os pontos que alguém deva considerar quando estiver tentando decidir aonde a ênfase do seu trabalho deve estar—no trabalho esotérico ou exotérico—pelo menos até que os problemas do mundo tenham sido resolvidos?

R. A prioridade número da humanidade é a salvação de milhões que passam fome. Tudo o mais deve esperar por este primeiro passo essencial em se criar corretas relações humanas. Eu não tenho dúvidas que até que os piores problemas tenham sidos resolvidos ou removidos, a ênfase principal para a maioria das pessoas deveria ser o campo exotérico.

P. Ninguém quer que milhões de pessoas vivam em miséria e morram de fome, mas nós temos os meios de consertar isso?

R. Sim, sem dúvidas. Existe um excedente per capita de comida no mundo de 10 por cento. É simplesmente uma questão de distribuição e redistribuição que, é lógico, é uma questão de vontade política. É obviamente uma questão não de meios, mas de termos nossas corretas prioridades. Terminar com a fome é a prioridade humana número um hoje.

Maitreya, através de você (Mensagem N º 11), diz: “Eu não posso mais manter-me à parte e ver Meus pequeninos morrerem.” Os “pequeninos”, estiveram morrendo desde o começo dos tempos—mortes trazidas pelo homem através da falta de humanidade do homem. Por que Ele é o único que se endereça a este problema?

Maitreya não veio para se endereçar a este problema—fome no meio da plenitude. Ele veio para nos inspirar a endereçarmo-nos a este problema e nos mostrar a solução: a partilha dos recursos do mundo. Ele vem agora sobre a lei cíclica; o tempo de Sua vinda é cosmicamente condicionado.


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