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Pedido de apoio!

Veio ao nosso conhecimento que mais e mais pessoas estão recebendo nossa informação apenas pelo website, desta maneira, renunciando ao pequeno custo de assinar a revista Share International.

Nem todos podem, ou usam a internet, e é essencial ter uma expressão física externa, que pode apresentar com fotos, os eventos dos quais falamos. Isto significa que é necessário que haja uma revista, que,é lógico, requer uma grande quantidade de trabalho de voluntários, e muito dinheiro para ser produzida. Talvez exista a idéia de que a Hierarquia distribua dinheiro para este trabalho, mas este não é o caso. Assinaturas para a Share International são uma parte essencial para manter o nosso trabalho e alcançarmos o público. O custo da assinatura é mantido o mais baixo possível, a revista não é patrocinada por propagandas e custo postais e de impressão estão aumentando a todo o momento.

Certamente nós todos concordamos que todos aqueles que seriamente acreditam neste trabalham gostariam de ajudar a revista, sejam eles leitores ou não das informações pela internet.

Obrigado pelo seu apoio.


 

A vindoura transformação

pelo Mestre—através de Benjamin Creme, 12 de Fevereiro 2012

Da profundidade de seus presentes problemas e tristezas, a humanidade irá encontrar esperança. Muito do que está acontecendo é positivo e auspicioso para a raça, que os homens podem estar assegurados de uma inicial diminuição de seus problemas, não todos de uma vez, mas gradualmente, pouco a pouco. Gradualmente, também, o homem irá aprender as verdadeiras razões para suas presentes angustias. Eles irão entender que a humanidade é Uma, integral e relacionada por longa associação e ascendência comum, relacionada também por sua comum divindade. O homem não precisa mais temer e lutar com seu vizinho, não precisam mais milhões morrerem de fome no meio da plenitude. Assim pode nascer um novo tempo, um tempo onde Justiça e Partilha controlam o presente caos e irresponsabilidade, um tempo onde os homens respeitam e se importam um com os outros, quando a divindade do homem se torna manifesta e os segredos da vida conhecidos. Suficiência irá substituir abundância como o objetivo do homem sano.

Corretas relações
Assim irão os homens irem em direção a corretas relações com cada um e com a Fonte de tudo. Sobre a inspiração e orientação de Maitreya e Seu grupo, os homens irão florescer em suas divindades e fazê-la manifestar em tudo o que eles fazem. As abominações da guerra e terror irão rapidamente desvanecer das suas memórias, e um vasto florescimento criativo irá ocorrer.

O homem irá renovar e embelezar suas cidades, tornando-as dignas do novo tempo. Elas serão maiores em números e menores em tamanho, ligadas por transporte, rápido e silencioso. As pessoas irão educar suas crianças em muitas maneiras diferentes, cada criança ligada ao sistema educacional como determinado por seus raios. Em tempo, a permuta entre os Mestres e a raça dos homens irá aumentar sempre em crescente proximidade, e as crianças irão se mover alegremente e logicamente de um estágio a outro em crescente consciência. Em todas estas medidas, nesta transformação, cada um irá desempenhar o seu papel.

Sinais por vir
Presentemente, irão aparecer uma série de sinais que irão mistificar aqueles que os experienciarem. Ninguém será capaz de explicar este fenômeno, mas ele irá prenunciar uma mudança no pensamento e compreensão do homem. Deste tempo em diante, um sentimento de expectativa irá crescer em todas as nações, que irá preparar os homens para os eventos extraordinários que estão por vir. Como vocês sabem, nem todos os homens levam a sério o novo tempo que está adiante para a humanidade. Estes acontecimentos irão preparar mais para esta revelação.


 

Perguntas e Respostas
- uma seleção da revista deste mês

P. (1) Quantas entrevistas Maitreya deu desde a edição de Janeiro/Fevereiro da Share International? (2) Todas as entrevistas foram feitas no Brasil?

R. (1) Quatro, fazendo um total de 56 entrevistas, até 11 de Fevereiro de 2012. (2) Foram feitas 29 nos EUA, 14 no México, e 13 no Brasil.

P. Quantas pessoas no mundo agora ouviram a sua informação, e quantas acreditam nela?

R. Cerca de 36 milhões de pessoas ouviram agora a informação; cerca de 12 milhões acreditam nela totalmente; cerca de 12 milhões a rejeitam de imediato; cerca de 12 milhões mantém uma mente aberta e observam os eventos se desenvolverem. P. Maitreya ainda planeja ser entrevistado no Japão?

R. Sim, no tempo devido.

P. Onde está Maitreya hoje? Nós veremos Maitreya este ano, em 21 de Dezembro de 2012?

R. Maitreya vive em Londres, mas está aparecendo na televisão no Brasil. Ele pode estar em qualquer lugar em qualquer momento, então é difícil responder sua pergunta. Quando você O verá, depende de você mesmo e do resto de humanidade em preparar o caminho para Ele aceitando os princípios da partilha e justiça para todos.

P. A maioria dos locais listados no seu website onde Maitreya apareceu parecem cobrir as Américas, Europa e Ásia apenas. Ele já foi visto na África?

R. As únicas fotos que nós temos de Maitreya são de quando Ele apareceu em Nairobi, Quênia, para 6000 pessoas em 11 de Junho de 1988.

P. O que deve ser feito para parar com a disseminada matança e outros tipos de violência ocorrendo agora na Síria? O que a comunidade internacional deve fazer?

R. As Nações Unidas devem tomar a responsabilidade e agir.

P. Cerca de quatro ou cinco anos atrás você disse algo semelhante a que os Palestinos teriam provavelmente seu próprio país, ou um acordo por terra, nos próximos quatro anos. Eu imagino que com tantas forças em fluxo e a situação política constantemente mudando, prever quando os eventos irão ocorrer é quase impossível. Você sabe, julgando pela presente situação, incluindo aquelas por trás das cenas como a exteriorização de Maitreya, quantos anos passarão agora antes que haja uma solução de dois estados para a crise Israelense-Palestina?

R. Eu duvido que que tenha feito tal previsão, mas se eu a fiz deve ter sido de uma maneira muito informal em cima do joelho-- um pensamento pessoal. Ninguém pode fazer estas firmes profecias que as pessoas parecem querer com qualquer esperança de sucesso.

P. Recentemente, foi sugerido que mais Meditações de Transmissão deveriam ocorrer de maneira a “ajudar” com várias crises no mundo. Você sugere que o grupos façam Meditações de Transmissão extras afim da ajudar em conexão com a presente crise Síria?

R. Eu nunca pedi por um aumento na Meditação de Transmissão por tais motivos, mas eu também não vejo nenhuma razão pela qual não se deva fazer mais. P. Você acha que o Presidente Obama será reeleito? R. Isto cabe ao povo Americano.

P. Qual é a sua opinião quanto às terríveis medidas de austeridade em um número de países sendo forçados à partes da população que já estão tendo dificuldades face às suas despesas?

R. Elas são muito dolorosas e difíceis para as pessoas pobres e não existe acordo total que elas realmente terão sucesso em seu propósito. Mas é uma forma de se olhar para o problema e alguma coisa precisa ser feita-- não necessariamente esta austeridade. Por exemplo, poderia ser a liberação de grandes quantidades de dinheiro afim de se estimular a economia. Mas nenhumas das maneiras tem 100 por cento de chance de sucesso. Um fator que deve ser entendido é que os velhos métodos não terão sucesso por si mesmos por muito tempo. A humanidade está entrando em uma nova forma de se viver e novos princípios, por exemplo, justiça social através da partilha, precisam ser trazidos à diante. Então, qualquer remédio esperado para hoje pode apenas ser transitório.

P. O Serviço Nacional de Saúde no Reino Unido, que costumava ser a inveja do mundo, está sofrendo agora um impacto ruim pelas políticas dos governos de coalizão e tentativas desesperadas de se economizar dinheiro. Este é o custo da comercialização? E o que as pessoas podem fazer para protegerem tais instituições? É como se o tecido da vida e a coesão da sociedade estivessem sendo destruídos.

R. Isto é verdade. Comercialização está danificando profundamente a qualidade de vida em todas as direções. O que pode ser feito? Resistir à crescente privatização das instituições públicas por quaisquer meios legais possíveis.

P. Na edição de Novembro de 2011 da Share International, na seção de perguntas e respostas, informações extraordinárias foram dadas sobre o ponto de evolução no nascimento e na morte de alguns iniciados bem conhecidos. Um deles, Pablo Picasso, parece ter feito um grande salto à diante. Seu progresso foi de 1.5 para 2.4 graus de iniciado em uma encarnação. Como ele pôde fazer isto? Talvez através de uma concentração unidirecionada em suas pinturas? Existe alguma coisa que nós podemos aprender com ele?

R. Isto não é realmente tão extraordinário como você o faz soar. Como um grande pintor, Picasso obviamente tinha um grande dom para o foco e a concentração. Ele também não tinha medo do trabalho duro. Como Picasso disse: “ Um cavalo não vai entre os eixos pela sua própria vontade. Mas um homem tem que trabalhar.”

P. Como a Lei do Carma se aplica para todos os nosso pensamentos e ações, nossos pensamentos (tantos bons como maus) produzem carma mais potente do que nossas ações? Nossos pensamentos ocorrem no plano mental, que é mais elevado do que o físico denso, então isto significaria que nossos pensamentos possuem uma maior influência para o bem ou para o mal do que nossas ações?

R. Cada ação é o resultado de pensamento. Portanto, com a adição de uma ação ele possui mais conseqüência do que apenas o pensamento. No entanto, depende da intensidade do pensamento.

P. Você poderia por favor explicar um novo estranho fenômeno que pessoas em diferentes partes do mundo estão relatando. Elas dizem que elas ouviram e gravaram um estranho som que parece estar vindo dos céus. Alguns dizem que acham que ele está vindo do planeta. O som é dito vir e ir e lembra o barulho de um trem ou de um maquinário pesado. Existem vários clipes no YouTube propondo-se serem gravações do estranho barulho. Alguns parecem fraudes. Isto é genuíno? Se sim, o que está causando este som?

R. As pessoas estão “acabadas”. O sistema de nervoso de todas as pessoas no mundo estão sendo liquidados pelo fluxo de novas energias que causam esta ilusão, e o estresse e tensão da presente vida diária para muitas pessoas exacerba esta situação.

P. Microcrédito está atualmente recebendo muitas críticas. Uma recente análise da televisão clama que muitas pessoas em países em desenvolvimento ficam com dificuldades financeiras porque os bancos locais que os dão empréstimos também exigem que os empréstimos sejam pagos dentro do primeiro mês. Os bancos forçam as pessoas a vender suas casas e posses ou forçá-las às garras do usurário, que apenas torna o problema pior. Agora eu estou realmente confuso quanto ao microcrédito e apreciaria , por favor, a sua opinião.

R. Sem dúvidas esta corrupção realmente ocorre, mas para a vasta maioria daqueles recebendo microcrédito, ele é um benefício para suas vidas.

P. O que aconteceria no caso de gêmeos siameses que partilham um corpo e passam a maior parte da vida neste estado? Eles possuem uma alma compartilhada?

R. Não necessariamente.

P. Antes que eu tivesse ouvido sobre a emergência de Maitreya, eu fui para fora um vez para o meu jardim na parte de trás de minha casa, era muito tarde e eu estava me sentindo com um humor alegre incomum! Quando eu olhei para o final das empenas da casa do meu vizinho, ela estava coberta pelas cruzes de luz sobre as quais eu tinha lido vistas em janelas. Naquele tempo, eu fiquei perplexo, já que eu não consegui ver nenhuma coisa que poderia estar refletindo para fazer os padrões na construção, mas eu as vi como lindas cruzes de luz que também eram como diamantes. A primeira vez que eu li seu livro, The Awakening of Humanity, e vi as fotos dos padrões nas construções, eu percebi que isto era exatamente o mesmo que eu tinha visto do lado de uma casa. Você sabe se isto pode ter sido a mesma coisa? Elas apareceram em outros lugares que não fossem um vidro? As energias estão mudando tão rápido agora que é difícil de acompanhá-las! Tudo muito promissor, no entanto.

R. Cruzes de luz aparecem em janelas, em paredes, em pavimentos e estradas, do lados de vans e caminhões todos ao redor do mundo.


 

Cartas ao editor

Brilhante futurista

Caro editor,
Eu recentemente tive uma seqüência de infortúnios. Primeiro, eu tive que receber um grande corte no salário quando nossos sindicatos foram ameaçados pelo governador. Isto indefinidamente adiou a minha aposentadoria. Então, meu filho se machucou em uma batida de carro, e minha filha abriu um divórcio do seu marido de vários anos. Então, meu pai adoeceu e foi hospitalizado com câncer terminal. A pressão das crises da família e dificuldades financeiras tem causado muitos tumultos entre eu e meu marido.

Um dia, quando eu estava tendo um momento difícil no escritório, eu dei uma andada ao redor do lago, e eu quando eu estava quase em lágrimas, um personagem dos mais incomuns apareceu. Ele estava vestindo um chapéu brilhante laranja, e tênis laranja. Sua camisa era de uma cor laranja também, e ele tinha óculos redondos que faziam ele parecer bem inteligente. Ele estava carregando um violão, e conforme ele se aproximou do banco onde eu estava sentada, ele disse: “Anime-se-- você está sendo humilhada apenas para ser exaltada! O fim de nossos testes está próximo, e logo nós iremos testemunhar um tempo de milagres!” Então ele explodiu em uma música tão alegre, eu sorri pela primeira vez em semanas.

Quando eu voltei para o escritório, meu colaborador tinha resolvido o problema que tinha nos bloqueado por meses, e naquela noite depois do trabalho, meu marido me surpreendeu com rosas em uma jantar à luz de velas. Eu senti tal alívio que eu tinha força para todos os problemas que pareciam impossíveis!>>>> Eu estou pensando se aquele personagem em camisa laranja era Maitreya, ou um dos Mestres da Sabedoria? A mim foi dado encorajamento de alguém especial?
K.M.S., Edgerton, Wisconsin, EUA.

(O Mestre de Benjamin Creme confirma que o homem era o Mestre Jesus.)

 

“Mestre da estação”

Querido editor,
No Domingo, 15 de Janeiro de 2012, eu cheguei à estação Forest Park em St. Louis às 8:13 da manhã para começar meu serviço em centros espirituais. Quando eu entrei no trem, três minutos depois eu olhei para fora para a plataforma e fui surpreendido ao ver de pé do outro lado um homem com uma aparência muito inconveniente. Ele tinha aproximadamente seis pés de altura, tinha um cabelo castanho na altura dos ombros, barba, parecia estar em seus sessenta anos, estava vestindo um longo manto branco, luvas brancas e calças brancas, estava carregando um bastão de madeira e tinha uma grande cruz de madeira pendurada em seu peito. Tão inconveniente era o seu comportamento: ele simplesmente estava de pé sem fazer nenhum movimento para entrar no trem ou para sair da plataforma. Quando eu primeiro cheguei na estação, ele não estava na plataforma e não estava em nenhum lugar a ser visto nos arredores da estação.

Conforme meu trem começou a sair, ele virou para vê-lo totalmente e com um grande sorriso em seu rosto, acenou de coração para ele. Conforme eu fiz contato visual com ele eu senti uma forte, alegre energia amável vindo em mim. Eu nunca senti este tipo de energia de outra pessoa antes. Pelos próximos vários minutos, eu passei por uma forte catarse emocional indo e voltando do estado de estar chorando e sentir-se elevado.

(1) Este homem era Maitreya ou um dos outros Mestres? (2) Mas alguém viu ele? (3) Se este homem era um dos Mestres, esta é a primeira vez que eu encontrei um?
B.J., St. Louis, Estados Unidos.

(O Mestre de Benjamin Creme confirma que (1) o homem era Maitreya. (2) Não. (3) Sim.)

 

Ajuda familiar

Caro editor,
Eu estava dirigindo para uma cidade vizinha em 8 de Junho de 2011. Quando eu virei à direta em um cruzamento, um caminhão azul repentinamente emergiu diante dos meus olhos e levemente bateu em meu carro. Eu dirigi lentamente para colocar meu carro na beira da estrada para encontrar o caminhão azul em um sinal de transito (na verdade era um grande caminhão coletor de lixo da cidade vizinha) altamente danificado. O caminhão bateu contra uma placa da estrada e lancis enquanto estava tentando evitar colidir contra o meu carro. Óleo estava saindo do caminhão, que precisou que caminhões de incêndio junto com carros da polícia viessem. O local estava lotado e cheio de trânsito. Um homem local disse: “Se o seu carro tivesse colidido diretamente com o grande e pesado caminhão, você e seu carro teriam colapsado totalmente. Com suas boas habilidades de direção, o motorista do caminhão evitou bater em um farol de trânsito e postes de telefone afim de não machucar ninguém.” Depois, dois reboques vieram para rebocar o caminhão. Eu dirigi meu carro de volta para casa que tinha apenas um pequeno dano no pára-choque.

Uma semana passou. Eu me lembro que eu senti como se eu tivesse sido apenas um observador que testemunhou toda a situação de fora, mesmo que eu estivesse totalmente envolvido no acidente. Ainda agora eu sinto o mesmo. É uma espécie de milagre para eu sentir-me calmo e relaxado, muito mais do que o costume. Eu acredito que um Mestre me resgatou. Você poderia dizer-me quem ele era?
K.O., Seiki-shi, Gifu, Japão

(O Mestre de Benjamin Creme confirmou que foi Ele quem a ajudou).

 

Comunicação moderna

Caro editor,
Era cerca de 12:30 p.m em 31 de Agosto de 2011 quando eu estava esperando pelo meu check-up médico. Eu tinha esperado por uma hora e meia para chegar o meu turno. De repente, uma voz em Inglês foi ouvida vindo do meu iPad. Eu aumentei o volume e vi que era uma das mensagens de Maitreya. Depois de voltar para casa, eu percebi que a mensagem foi gravada no aplicativo iPod do meu iPad. Uma examinação posterior fez-me saber que a mensagem era a Nº 51. Eu nunca a gravei em meu iPod, então foi miraculoso ter uma mensagem nele. Esta ocorrência possui algum significado peculiar para mim? O fato da mensagem ter sido a Nº 51 possui alguma implicação particular para mim? Ela tinha sido acidentalmente gravada?

Também, em 13 de Novembro de 2011, quando eu estava no meio de um encontro de grupo da Share International, eu percebi que outra mensagem estava no meu iPod.
S.M., Gifu-shi, Gifu, Japão.

(O Mestre de Benjamin Creme confirma que Maitreya colocou as mensagens no iPod como as respostas para o que o escritor estava procurando.)

 

Mensagem sincera

Caro editor
Na Sexta-feira, 13 de Maio de 2011, eu estava em um bonde a caminho da Meditação de Transmissão.

Eu estava preocupado porque minha filha tinha acabado de terminar seu relacionamento com seu parceiro. Ela estava procurando por uma apartamento que é quase impossível de se encontrar em Amsterdã. Tinha uma pequenina chance dela poder alugar um lugar pequeno em nossa vizinhança e conforme eu me sentei no bonde eu pedi para Maitreya, internamente, pela Sua ajuda para ela.

Para minha surpresa, eu de repente percebi que em um assento vazio oposto ao meu no bonde estavam dois pequenos doces em forma de coração. Em um estava a palavra “Sim” e no outro estava a palavra “Felicidade”.

Minha filha não conseguiu o apartamento como esperávamos, mas na mesma noite ele conheceu um homem amável extraordinariamente gentil. Eles estão agora juntos e ainda felizes.

Isto foi simplesmente uma coincidência ou conforto e uma reafirmação dada por um Mestre?
N.d.G., Amsterdã.

(O Mestre de Benjamin Creme confirma que os doces em forma de coração foram deixados pelo Mestre Jesus.)

 

“Estrela” de Maitreya

Caro editor,
Em algum momento, em qualquer noite limpa que temos, eu normalmente dou uma pequena “olhada” em procura da”estrela”. Na noite de Quarta-feira em 12 de Agosto de 2011, às cerca da meia-noite eu percebi “algo”no céu-- não era Júpiter e eu não acho que era um avião porque ele levou cerca de uma hora desde a primeira vez que eu o vi até que ele saísse da vista do horizonte (um avião levaria cerca de 5 minutos). Ele estava quase por cima de nossas cabeças quando eu percebi ele pela primeira vez-- ele não estava muito alto no céu e moveu-se firmemente em uma direção do leste para o oeste. Ele parecia estar piscando em cores diferentes-- verde, vermelho,-- havia sempre alguma cor visível, mas não como uma avião onde as luzes acendem e apagam intermitentemente.

Eu não tenho nenhuma fota, mas gostaria de saber se eu vi a “estrela”.
B.D., Gorey, Co Wexford, Irlanda.

(O Mestre de Benjamin Creme confirma que era de fato a “estrela” de Maitreya.)


 

Sinais dos Tempos

Benção em forma de coração

Benção em forma de coraçãoCaro editor,
O dia depois do Natal de 2011, meu marido Michel percebeu uma pequena folha em forma de coração em nosso pequeno limoeiro. Esta folha parecia ter aparecido naquele momento. Dez anos atrás, nós já tínhamos encontrado uma folha em forma de coração na mesma planta, e o Mestre tinha indicado que isto era um sinal de Maitreya. [Ver Share International, Maio de 2002.] Desde então, este limoeiro também tem produzido um número de folhas de tamanhos e aparência bem incomuns; elas são várias vezes o tamanho médio, e mostram veios mais claros e visíveis. Estas gigantes folhas estão “co-existindo” com folhas normais no mesmo arbusto.

A primeira folha em forma de coração era bem maior do que qualquer outra. Em contraste, a atual é bem pequena (especialmente se comparada com as folhas gigantes), mas lindamente delineada. Você poderia por favor confirmar se esta nova folha em forma de coração é um novo sinal de Maitreya? Estes pequenos eventos me conectam com a onipresença de Maitreya e fortalecem minha aspiração para servir. Eu me senti profundamente agradecido.
R-M. C.M., St-Etienne, França.

(O Mestre de Benjamin Creme confirma que isto é um sinal de Maitreya para dizer “Não perca a animação. Eu estou aqui.”)


 

Imagem de pedra de Jesus

Um andarilho viu o rosto de Jesus encrustado em uma pedra em Novembro de 2011. Sonia Chamberlain, de Lake Havasu City, Arizona, EUA, tinha planejado fazer uma jóia da pedra. Mas assim que ela limpou a sujeira dela, ela percebeu a semelhança. A mulher de 63 anos de idade disse: “Imaginem minha surpresa quando eu a ergui e percebi que a pedra tinha se formado como a cabeça de Jesus com uma coroa de espinhos e cabelo na altura do ombro. Eu acredito que tudo acontece por uma razão e existem sinais do Criador todos ao redor de nós, nós estamos apenas frequentemente muito ocupados para perceber. Isto pode ser um sinal para eu prestar mais atenção.” (Fonte: Telegraph.co.uk)

(O Mestre de Benjamin Creme confirma que a imagem na rocha foi criada pelo Mestre Jesus.)


 

O Mestre de Benjamin Creme confirma que o objeto multi-colorido era a “estrela” de Maitreya.

 

 

 

 

Russia – Um fotógrafo bem conhecido, Halit Safin, fez um vídeo de um ÓVNi sobre a cidade de Ufa (capital da República de Banshkortostão) na noite de 23 de Janeiro de 2012. Seu vídeo, com 2 minutos e 15 segundos de duração, mostra um objeto em forma de anel rapidamente mudando de cor, variando em combinações de verde, azul, amarelo e vermelho. (Fonte: YouTube: myunhauzen74)

(O Mestre de Benjamin Creme confirma que o objeto multi-colorido era a “estrela” de Maitreya.) (IMAGEM ACIMA)

 


 

O Mestre de Benjamin Creme confirma que as luzes eram a “estrela” de Maitreya.

Suécia – ÓVNIs vistos sobre Uppsala, Suécia, 15 de Janeiro de 2012. Comentários do YouTube: “Eu estive esquiando o dia todo e em meu caminho para casa eu vi luzes brilhantes no céu. Eu peguei o meu celular e consegui filmar quase 2 minutos.” (Fonte: YouTube: UFOindependent)

(O Mestre de Benjamin Creme confirma que as luzes eram a “estrela” de Maitreya.)


 

Dos nossos próprios Correspondentes

Vivendo sem dinheiro
Uma entrevista com Heidemarie Schwermer

por Andrea Bistrich
Um extrato

Heidemarie Schwermer

Heidemarie Schwermer trabalhou como uma psicoterapeuta e professora por 20 anos antes de decidir, em 1996, tentar fazer um experimento de viver sem dinheiro. O que era para inicialmente durar um ano, se tornou, entretanto, um estilo de vida para a mulher de 70 anos de idade. Ela escreveu três livros sobre viver sem dinheiro, fez palestras e tem sido uma convidada em vários talk-shows. Seu primeiro livro, The Star Money Experiment, traduzido em muitas línguas, ganhou o prêmio da Paz Tiziano Terzani em 2008, e em 2010 o documentário italiano/norueguês sobre a sua vida ganhou sua premier em Oslo. Com seu estilo de vida sem dinheiro, ela quer dar um impulso positivo em direção a uma sociedade mais justa e igualitária.

Andrea Bistrich entrevistou Heidemarie Schwermer em Munique para a Share International.

Share International: Você tem vivido sem dinheiro por 16 anos agora. Por que você voluntariamente desistiu do dinheiro?
Heidemarie Schwermer: Freqüentemente me perguntam se eu sofri um trauma em vista da minha escolha por um estilo de vida tão extremo. Meu trauma é o estado do mundo: diariamente, centenas de milhares de pessoas morrem de fome—mesmo assim, atualmente existe uma abundancia de comida. Comida é jogada nos oceanos ou descartada em sítios de eliminação de resíduos. Bilionários constroem piscinas em seus jatos privados ou compram iates luxuosos, sem saberem mais o que fazer com seus dinheiros. A situação é tão absurda que eu decidi não fazer mais parte disto e buscar novas formas de se viver.

Eu estive preocupada com a questão da pobreza toda a minha vida. Em nasci em 1942, durante a guerra. Quando eu era uma criança, minha família foi forçada a sair da Prússia Oriental, agora a Lituânia, para Schleswig-Holstein, no norte da Alemanha. Nós repentinamente nos tornamos refugiados—as pessoas nos chamavam de “seus sujos”. Financeiramente, meus pais se recuperaram bem rápido: minha mãe era uma professora de piano e ensinou algumas das filhas dos fazendeiros da região, e meu pai rapidamente achou um emprego na nova cidade. Mesmo assim, esta experiência deixou uma marca em mim. Eu nunca realmente compreendi por que uma pessoa repentinamente se torna sem valor apenas porque ela não tem posses. Eu acredito que todos nós nascemos com o tema de que nós devemos trabalhar durante o curso de nossa vida. Meu tema é a pobreza—em um mundo de abundância.

SI: O que a acabou levando a tomar a decisão de viver sem dinheiro? Houve uma razão particular?
HS: Eu me mudei para Dortmund por motivos profissionais. A cidade é extremamente pobre. Em algumas áreas existe um pedinte em cada esquina. Naquele tempo, eu freqüentemente perguntava a mim mesma como nós podíamos apenas prosseguir enquanto jovens estavam nas ruas bebendo cerveja simplesmente porque ninguém estava disposta a dar-lhes um emprego. Eles eram supérfluos para o sistema. Mesmo assim, como uma pessoa pode ser supérflua? Que tipo de sistema pode permitir que isto aconteça? Isto não pode acontecer! Eu uma vez ouvi uma palestra no rádio de um padre que estava falando sobre uma aldeia no Canadá. Quando a fábrica na qual a maioria dos habitantes trabalhavam entrou em falência e fechou, todas as pessoas estavam de repente sem emprego e salários. As pessoas disseram, “Todos nós somos capazes. Nós nos uniremos e ajudaremos uns aos outros.” Disto, algo novo surgiu. O padre comentou que seria bom se algo similar acontecesse na Alemanha. Estas palavras foram direto para o meu coração. Este também era o meu objetivo; era precisamente o que eu queria fazer na Alemanha. Eu então decidi trabalhar em direção a ajudar as pessoas a abrirem a si mesmas para com as outras, a ajudarem uma as outros e a procurarem por novos valores e novas formas de se viver.

SI: Em 1994, você iniciou uma dos primeiros “círculos de trocas” na Alemanha.
HS: Sim, o Centro Dar e Pegar em Dortmund. Qualquer um pode participar em “dar e pegar”—mesmo se alguém não tem dinheiro. Provisoriamente, existem muitos de tais centros onde as pessoas podem trocar seus serviços sem que o dinheiro tenha algum papel: um corte de cabelo em troca de um reparo de carro, cuidar de crianças por uma limpeza na janela, aconselhamento ou trabalho de escritório por fazer alguma comida, e muito mais. Do circulo de troca, eu percebi que eu continuamente precisava de menos dinheiro para as minhas necessidades diárias. Depois de um tempo, isto não era mais o suficiente para mim: eu queria me arriscas em um experimento e viver completamente sem dinheiro.

SI: Como isto pode ser conseguido na vida diária? Diariamente você deve comer e algumas vezes precisa de novas roupas. Você precisa de um lugar para morar, ou pelo menos um teto sobre a sua cabeça.
HS: Eu naturalmente perguntei a mim mesma no começo como eu conseguiria fazê-lo. Eu tinha um apartamento e tinha que pagar um aluguel e seguro. Então algumas pessoas que eu conhecia do circulo de trocas pediram-me para cuidarem de suas casas enquanto elas estavam fora em feriados. Desta maneira, eu repentinamente tinha dez ou mais apartamentos onde eu podia temporariamente morar.

Eu mais tarde tomei o passo de abrir mão de minhas posses e de todas as minhas seguranças: eu coloquei meus móveis, minha louça, e outras posses na entrada de meu apartamento e dei todos eles. Eu cancelei minhas políticas de seguro. Minha nova vida podia então começar e eu me mudei para o primeiro apartamento que era para eu cuidar depois de três meses.

SI: De onde você conseguia sua comida?
HS: Na primeira casa que eu procurei existiam alguns suprimentos de comida, mas eles apenas duraram uma semana. Eu tive que bolar alguma coisa para que eu não passasse fome. Havia uma mercearia orgânica na vizinhança, e então eu perguntei se eles tinham sobras ou coisas que eles não podiam vender. Membros de nosso grupo de troca algumas vezes cozinhavam juntos e a nós era dada comida pela qual nós não precisávamos pagar—mas nós sempre fazíamos alguma coisa em troca: limpar, arrumar, limpar o pátio, trabalho de computador, e quaisquer tarefas que precisavam ser feitas. As pessoas da mercearia orgânica eram imediatamente aberta a esta idéia. Eles realmente de fato queriam fazer algo como isto já há algum tempo, mesmo assim não tinham achado alguém disposto a pegar os alimentos. Inicialmente, nós pegávamos a comida uma vez por semana e depois diariamente. Hoje, depois de 15 anos, o acordo com a mercearia orgânica ainda continua.

Isto é similar em outros locais. Por exemplo, uma vez eu estava procurando por uma casa em Turim, Itália, na qual não tinha nada para comer. Havia um mercado diário e eu fui lá duas ou três vezes por semana um pouco antes de fechar, ao meio-dia, e pegava toda a comida que tinha caído no chão. Isto deixou uma forte impressão. Ao mesmo tempo, existe um pequeno grupo de moradores em Turim que vão para este mercado uma vez por mês e pegam a comida que tinha sido descartada, com o intuito de preparar uma refeição coletiva...

SI: O que você exatamente quer dizer com “dar e pegar”?
HS: “Dar e pegar” funciona sem dinheiro e faturamento. Ela não é ainda uma troca calculada, um fluxo balanceado, uma atitude de confiança. Nós podemos viver em abundância, existe o suficiente pra todos. Naturalmente, isto também deve ser colocado em prática, pois nos últimos séculos nós vivemos pelo principio “aquilo que não custa nada, não tem valor”. Lojas “dar e pegar” podem ser abertas em qualquer lugar: em cafés, lojas em salas públicas ou privadas. As pessoas podem oferecer ou colocar coisas que elas não precisam mais que vêm deste excesso em uma caixa ou em um armário em um canto da loja e outros podem pegar o que eles quiserem.

SI: Neste contexto você falou sobre uma mudança de paradigma que agora é necessária.
HS: Sim, nós precisamos de um novo ponto de vista—individualmente, dentro da sociedade e também ao redor do mundo. Hoje, quando nós queremos nos fazer felizes, nós vamos fazer compras. Nós compramos algo ou vamos fazer uma refeição. Nós consumimos e permitimos a nós mesmos nos distrairmos quanto ao essencial. Minha idéia de “dar e pegar” é, ao contrário, baseado em mais qualidade de vida, alegria, e união e atividade em direção ao outro como oposto ao consumo e à competição. Hoje, nós nos definimos especialmente através de nosso desempenho e realizações, nós devemos sempre ter uma função—e receber dinheiro por ela. Obter dinheiro consome toda a nossa energia. Em meu modelo de vida sem dinheiro, eu tenho pessoalmente experienciado como o meu foco tem gradualmente mudado de valores materiais em direção a valores como atenção, criatividade, vivacidade, simplicidade e confiança dentro do fluxo de vida.

Mais informações:
www.HeidemarieSchwermer.com
www.livingwithoutmoney.org


 

“Nós não estamos mais com medo”: o mundo no limiar de um novo amanhecer

Uma entrevista com Federico Mayor Zaragoza
por Carmen Font

Federico Mayor Zaragoza

Professor Federico Mayor Zaragoza (nascido em Barcelona, Espanha, em 1934) é uma figura respeitada na Espanha e no exterior por seu incansável trabalho pela paz e desenvolvimento. No fim dos anos 1970 e começo de 1980, Professor Mayor, um bioquímico por profissão, manteve vários postos ministeriais elevados no governo de transição espanhol, e depois como um Membro do Parlamento Europeu. Ele ganhou reconhecimento internacional generalizado durante seu mandato como diretor geral da UNESCO de 1987 até 1999, um período no qual ele deu novo momentum para a missão da organização e trabalhou em direção a criar o Programa Cultura para Paz. Em 1999, ele decidiu não concorrer a um terceiro mandato na UNESCO e, retornando a Espanha, criou a Fundacíon Cultura de Paz, (A Fundação pela Cultura da Paz) do qual ele é o presidente. Federico Mayor partilha seus pensamentos e ações sobre os últimos desenvolvimentos importantes do último ano. Carmen Font o entrevistou para a Share International.

Share International: Nós vimos em meses recentes desconhecidas expressões de poder das pessoas no Mundo Árabe. Você vê estas expressões levando-nos em direção a uma democracia local e global mais robusta, ou existem ainda muitas armadilhas ao longo do caminho?
Federico Mayor: Existem muitas armadilhas ao longo do caminho. Mas ao mesmo tempo este é um caminho que não tem volta e está em base sólida. Em 1994 eu escrevi o livro Crime of Silence porque eu percebi naquele tempo que o silêncio não poderia mais prevalecer. Quando nós não podemos erguer nossas vozes porque nós não temos permissão ou porque nós estamos incapazes de erguê-la, então nós temos o silêncio dos silenciados. Mas ele chega a um ponto no qual este silêncio é aqueles dos “mais silenciosos”, das pessoas que podem falar, mas se recusam a falar. Nós nascemos testemunhas do que acontece no mundo, mas nós não intervimos. De agora em diante, devido às novas tecnologias de comunicação, o silêncio não tem sentido algum. Além do mais, é um dever falar e expressar a si mesmo. E nós não estamos mais com medo. Veja como o movimento da Puerta del Sol [também conhecido como os Indignados] se moveu em direção ao cyber-espaço e ocupa um lugar sem fronteiras. Ele se moveu para Wall Street, e para os “Nós somos os 99 por cento”—o movimento Occupy.

Nos anos 1980, nós cometemos o grande erro de permitir tudo pelo qual nós tínhamos lutado no passado—direitos democráticos, direitos sociais, solidariedade—ser deixado de lado de forma que as leis governando as forças de mercado pudessem guiar o mundo. Então, especialistas armados com títulos de MBA [mestrado em administração de negócios] nos transformaram em pessoas imitadoras e repetitivas que podiam apenas responder ao marketing e à terceirização. Eles substituíram dois aspectos muito importantes para a espécie humana: eles substituíram valores éticos com valores de mercado, isto é, preços. E, como o poete espanhol Antonio Machado disse, “Apenas os tolos confundem valor com preço.”

Eles também substituíram as Nações Unidas, uma instituição democrática em escala global, que, apesar de todos os defeitos, permite que todas as pessoas e nações no mundo, unidas por um destino comum, estejam unidas para “evitarem o horror da guerra” para as gerações por vir. As Nações Unidas passaram por vários desenvolvimentos até, em 2003, George Bush juntar um grupo G-20 de 20 nações desenvolvidas e decretar um “heróico” resgate das instituições financeiras, onde aquelas nações que já estavam bem empobrecidas devido a uma des-localização e privatização de suas produtividades, perderam ainda mais riqueza. Como um resultado, este poder foi dado aos bancos que gradualmente incorreram em enormes dívidas. Os bancos em colapso foram salvos, e agora, como uma conseqüência desta “gerência”, nós temos a seguinte situação no cenário internacional: os bancos estão ficando mais ricos, e as nações estão ficando cada vez mais pobres.

SI: Mas agora as forças de mercado, embora elas ainda dominem a economia, estão sendo crescentemente e abertamente questionadas pela sociedade civil e por mais e mais políticos. Que alternativas especificas estão agora disponíveis para substituir as forças de mercado com uma economia baseada em partilha? Nós estamos testemunhando desenvolvimentos impressionantes nos países Latino Americanos.
FM: As forças de mercado são uma invenção Ocidental. Como eu sei, por experiência política pessoal por muitos anos agora, os Estados Unidos costumavam intervir nas democracias Latino Americanas de forma a lutar contra o “comunismo”. Mas eles se esqueceram de um país comunista, a China. Agora a China é a fábrica do mundo, mas nós não prestamos muita atenção para suas regulamentações de trabalho. Nós não vemos aqueles que sofrem de cruéis condições de trabalho, nós apenas vemos os preços baixos e nós somos levados pela ganância. O mundo como um todo esta cheio de inconsistências. O mundo Ocidental está à deriva por ter mudado seus princípios democráticos e éticos em favor do mercado, e por ter substituído a ONU por grupos plutocráticos.

No entanto, a América Latina está passando por um momento de mudanças positivas agora porque ela abandonou estes instrumentos de dominação (o FMI e o Banco Mundial), e está em busca de um novo futuro redefinido. A emancipação da América Latina representada pela CELAC (Comunidade dos estados Latinoamericanos e Caribenhos) é muito importante, porque estes países ainda são amigos de seus pais ibéricos e seus irmãos maia velhos, os EUA, mas eles não mais dependem deles.

A África está despertando, e então nós temos a Ásia na qual, a parte da grande questão que a China coloca, nós temos a Índia, que está passando por maravilhosos desenvolvimentos, assim como o sudeste da Ásia. Nós europeus estamos muito acostumados a olharmos para nós mesmos. Nós éramos uma importante força moral e agora nós estamos à deriva porque nós aceitamos o conselho imprudente de Thatcher e Reagan que nos fizeram mudar os nossos princípios afim de se adequarem àqueles das bolsas de valores.

Eu propus à comunidade internacional, para esta Europa que está à deriva, que precisamente porque ela abandonou seus princípios morais e políticos, a Europa deveria entregar uma declaração universal em favor da democracia. E dizendo isto, apesar desta Europa que está afundando, esta mesma Europa também defenderia agora justiça social e solidariedade. Tal passo iria nos inspirar e a outras pessoas moralmente em um momento onde ela é mais necessária. A Europa não pode continuar com suas portas e mentes fechadas. Nós ainda temos a OTAN dentro de nossas fronteiras, e isto quer dizer que a segurança européia ainda depende em geral da América, e nosso gasto militar é muito alto. Neste sentido, eu devo adicionar que o presidente americano Obama tem sido corajoso em confrontar o Pentágono com cortes no orçamento militar.

SI: Quanto a este assunto, você recentemente propôs a implementação adequada do imposto Tobin.
FM: Nós tivemos vários encontros sobre a implementação adequada to imposto Tobin, que ainda é um instrumento muito válido afim de se garantir uma economia sólida. Em 2005, o então Presidente francês Jacques Chirac, o ex-presidente chileno Ricardo Lagos e o então atual presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (que, em Porto Alegre, promoveu o estabelecimento de alternativas financeiras), juntos com o ex Secretário Geral da ONU Kofi Annan e o ex-presidente espanhol José Luis Rodríguez Zapatero, defenderam alternativas de forma que os países ricos pudessem cumprir seus deveres para com os países em desenvolvimento e evitarem a exploração. Suas principais preocupações eram a de que as instituições financeiras não explorassem estes países, mas que instituições financeiras fossem, idealmente, um veículo para atraírem mais clientes. Nós estamos sempre reclamando que estamos com poucos clientes. Nós queremos vender mais itens para 20 por cento da aldeia global, isto é, os países ricos, ao invés de ampliarmos os números de consumidores de uma maneira sustentável, é lógico. O imposto Tobin era para ajudar quanto a esta questão. Mas agora está sendo usado para pagar a dívida em um circulo vicioso. Os mais renomados economistas concordam que não existe crescimento sem incentivos. Mesmo que eu não seja um economista, em minha experiência e do ponto de vantagem que eu observei e participei nos assuntos do mundo, eu posso dizer que não iremos criar empregos ou riqueza se nós apenas aplicarmos cortes indiscriminados.

SI: Para muitas pessoas, estes cortes são sinônimo de medo. Eles estão relacionados com o medo, a covardia e a falta de visão dos políticos e instituições políticas. Você escreveu e falou extensivamente sobre o medo, a maneira pela qual ela nos impede de sermos cidadãos ativos no mundo. Você vê, de uma vez por todas, um fim para o medo nesta crise global que desencadeou o poder das pessoas?
FM: Medo é intrínseco a natureza humana. Sempre existiram homens através da história que lideraram com um absoluto poder que clamaram pela vida de outros homens. Este poder absoluto alimenta-se do medo e criaram súditos, não cidadãos, e portanto sociedades desenvolveram um medo inerente. Mas agora as pessoas estão percebendo que a vida pode ser um milagre, ela é certamente um mistério, e esta vida precisa ser experienciada com intensidade. Nós precisamos aproveitar o máximo da vida e dar a ela uma textura rica. Nós precisamos aspirar à falta de medo, porque pela primeira vez na história, graças em parte ás novas tecnologias de comunicação, nós somos capazes de nos livrarmos do medo. Agora mulheres e homens podem se expressar livremente e globalmente.

Isto está relacionado com uma observação que você fez anteriormente. A voz das pessoas nos dá a oportunidade para explorar maneiras genuinamente democráticas em uma escala local e global, porque até agora a democracia tem sido reduzida a votar e ser contado nas eleições. De agora em diante, a participação dos cidadãos irá significar uma gradual intensificação de sua expressão. As tecnologias de comunicação permitem os cidadãos a participarem em um ambiente aberto que não conhece fronteiras físicas; isto irá impor-se por si mesmo e nós veremos mais democracias consolidadas assim como a possibilidade de corrigir aquelas tendências que se contrapõem à dignidade humana. Nós não apenas iremos melhorar a qualidade das frágeis democracias que nós temos hoje em dia, mas nós faremos propostas especificas para um futuro diferente. Eu acho que o poder das pessoas é um movimento que não conseguirá ser parado, mas parará de ser um movimento de protesto para se tornar um movimento com propostas.

SI: Você poderia arriscar algumas previsões para o ano de 2012?
FM: Em acho que 2012 será um bom ano, e pode ser que o Presidente Obama seja re-eleito. Mesmo que ele tenha sido cercado de tal maneira que seu conceito de solidariedade em relação aos pobres nos EUA não tenha prevalecido, Obama poderá re-estabelecer um sistema multilateral no mundo. E isto é essencial, porque nós não podemos continuar decidindo cosas como matar Gadaffi ao invés de proteger a população civil na Líbia; nós não podemos perpetuar o atual caos na Síria, ou nos engajarmos no Irã afim de fazer lá o que fizemos no Iraque. Agindo multilateralmente iria marcar um novo começo na gerência dos assuntos do mundo. Até onde diga respeito às economias Ocidentais, eu acho que mais tarde a Europa irá perceber que austeridade e cortes não são uma forma de criar empregos e crescimento. Nós iremos retornar a uma re-localização da produção, já que nós passamos esta responsabilidade a terceiros que não respeitam os direitos humanos, e isso, como eu estava dizendo antes, é um ato de irresponsabilidade e ganância. Os Maias acertaram quando eles afirmaram que este seria um ano “Baktun”, isto quer dizer, um ano de um novo começo ou um “novo amanhecer”—como eles dizem.

Recentemente, nós tivemos o encontro de Davos, e eu não estou interessado de forma alguma em Davos, porque os especialistas que o representam estão apenas prolongando os espasmos de morte do sistema capitalista como nós o conhecemos.

Em um certo ponto, Mikhail Sergeyevich Gorbachev trouxe o colapso, sem nenhum banho de sangue, de um sistema Comunista que foi baseado na igualdade, mas que se esqueceu da liberdade e da justiça. Mas nós não devemos esquecer que sem igualdade e justiça, a liberdade dada pelo sistema capitalista não serve ao seu propósito, e isto está levando ao colapso do sistema capitalista. Este colapso é o que nós estamos vendo agora. Nós não podemos mais privilegiar uns poucos de maneira a continuar com um sistema que está acabado.

Nós temos que inventar um novo sistema, inventar outras Nações Unidas. Roosevelt estava certo: nós, as pessoas, temos que governar, o poder absoluto não deve—o poder absoluto do G7 ou do G20. Você verá: as Nações Unidas serão re-estabelecidas com um Conselho de Segurança que seja baseado não apenas em direitos territoriais e na resolução de conflitos, mas ele terá também uma significante seção ambiental, um Conselho de Segurança sócio-econômico, e ele estará mais próximo dos problemas reais. Isto irá nos permitir a sentirmo-nos representados de uma forma justa e digna pelas Nações Unidas. Você verá isto. A Assembléia Geral não terá apenas estados, mas será constituída 50 por cento de estados e 50 por cento de representantes da sociedade civil.

Eu acho que nós devemos ter esperança, porque à espécie humana foi dada a capacidade divina de criar. As Nações Unidas não prosseguirão se as nações não forem unidas. Portanto, nós não devemos permitir que seus próprios criadores a abandonem, como os EUA, que está reclamando que a Palestina foi readmitida como um estado com totais direitos. Na verdade, estas atitudes são antiquadas; esta arrogância não produz o mesmo efeito como no passado. Nós devemos perceber uma mudança positiva nos sentimentos humanos, e graças às novas tecnologias da comunicação e informação nós iremos abrir importantes espaços de poder e representação através do mundo. Nós estamos, de fato, no limiar de um novo amanhecer.

Para mais informação:
www.fund-culturadepaz.org
O livro Crime of Silence the Federico Mayor Zaragoza está disponível gratuitamente online no site acima.


 

Metade do Céu
Por Nicholas D. Kristof e Sheryl WuDunn

Uma revisão de livro por Betsy Whitfill

Um extrato

Metade do Céu

Foi em 2002 quando a revista Share International publicou uma lista de organizações que tratam do abuso de mulheres ao redor do mundo. “Pesquisas por Mulheres em Necessidade” foi um de alguns poucos esforços então para trazer a atenção quanto a esta séria e penetrante patologia cultural à consciência do público. Era esperado que um ímpeto ocorresse e salvasse milhões de mulheres da dor e sofrimento resultados simplesmente por terem nascido mulheres. Progresso, embora seja irregular, tem sido feito, como documentado no livro Half the Sky, escrito pelos premiados escritores Nicholas Kristof e sua mulher, Sheryl WuDunn.

Half the Sky é uma leitura vigorosamente informativa. Ela é trabalhada para engajar a atenção do leitor aos dolorosos, e em ocasiões, engraçados detalhes das vidas das heróicas garotas e mulheres que disseram “Não” para tradições escravizadoras e recusaram-se a silenciarem-se quanto a subseqüentes abusos. A qualidade que elas partilham é consciência de seus inerentes direitos como seres humanos. Mulheres que ganham estes direitos freqüentemente se tornam incansáveis iniciadoras de programas educacionais que fortalecem outras garotas e mulheres. Suas realizações nutrem e salvam aldeias inteiras, e até contribuem para o crescimento da “economia” de suas nações. Então, Kristof e WuDunn escrevem, educação—e o resultante fortalecimento—são a chaves para resolver o abuso em todas as suas formas. Mas ainda mais, educação é a chave para levarem as mulheres à total participação na vida e sucesso de qualquer nação.

As histórias de abuso são agrupadas em três categorias principais: tráfico sexual e prostituição; violência baseada por gênero; mortalidade e morbidez maternas. Muitas das histórias são acompanhadas por pequenos retratos em tom de sépia que criam uma espécie de intimidade, como se você estivesse realmente ouvindo os seus segredos. Tendo sido confiado com tais experiências pessoais, você não consegue afastar-se ou esquecer-se. Isto é exatamente o que os autores pretendem. Eles esperam que os leitores se tornem educados e engajados. “Você não consegue” eles escrevem, “galvanizar pessoas com gráficos e estatísticas.”

Tráfico sexual e prostituição precisam de pouca explicação. A pobreza leva famílias a venderem filhas, normalmente sobre o pretexto de que elas conseguirão bons empregos numa cidade. Uma vez transportadas, sem papéis e em um lugar estranho, as garotas são forçadas à prostituição. Se elas resistem, elas são agredidas, drogadas ou abusadas de outra forma até que elas sucumbem.

Violência baseada por gênero inclui “mortes de honra”, ataques ácidos e queimações para punir a desobediência de uma garota com os requisitos da tradição cultural, ou mães que matam suas bebês apenas porque homens são preferidos.

Mortalidade e morbidez maternal se referem à morte de mulheres que estão grávidas e morrem devido à falta de cuidados pré-natais, infecções durante o nascimento, ou de sofrimentos crônicos resultados de abortos inseguros e de fístulas que se desenvolvem durante o trabalho de parto obstruído, por exemplo. Fístulas são extremamente difíceis de se tratar e condenam milhares de mulheres a viverem vidas de isolamento e rejeição até mesmo por seus próprios familiares.

Ajuda de fora

A pobreza tem um grande papel nestas questões, mas freqüentemente é simplesmente porque as mulheres são desvalorizadas por homens e por outras mulheres. Elas estão sem direitos humanos e sem apoio, com exceção do que é concedido por outros de acordo com as tradições culturais. É a tradição cultural—violação que traz rejeição, isolamento e morte—que precisa ser mudada. E este tipo de mudança pode apenas acontecer quando lideranças locais trabalham com apoio de fora.

Embora algumas garotas e mulheres lutem duro e há muito por seus direitos, elas não podem fazer isto sozinhas. Elas precisam de ajuda de fora. No nível governamental, por exemplo, no ano de 2000, o Departamento de Estado dos EUA iniciou um simples, embora bem sucedido projeto chamado do relatório anual TEP (Tráfico em Pessoas). Pela primeira vez, embaixadores estavam engajando suas partes estrangeiras em identificar e rastrear o tráfico assim como eles monitoraram armas e terrorismo. Como um resultado, seus departamentos de policia locais começaram a rastrear traficantes e cafetões, que então tinham que pagar muito para subornarem a policia de forma que o custo causava um rombo em seus lucros. Os autores escreveram que tornar ilegal o tráfico e a prostituição, embora seja moralmente satisfatório, não é uma panacéia para este problema. É a cultura que deve ser mudada, e isto é melhor conseguido de dentro da própria cultura.

No Departamento de Estado dos EUA, o Escritório de Tráfico mudou do prédio do Departamento de Estado, reduzindo a visibilidade de suas necessidades e trabalho. WuDunn e Kristof sugerem que seria enormemente útil se o Secretário de Estado levasse o Diretor de Tráfico com ele ou ela em suas viagens para certos países onde o problema existe. Eles também sugerem que durante a visita Presidencial a certos países, o Presidente dos EUA podaeia visitar abrigos de mulheres, e usar o assunto do tráfico como um ponto de negociação para lidar com a adesão de membros em órgãos internacionais.

O Ato Internacional de Violência contra as Mulheres de 2007 ainda precisa se tornar uma lei nos EUA. Ele iria fornecer $ 175 milhões em ajuda estrangeira para lidar com a violência contra a mulher, e criar o Escritório Global de Iniciativas das Mulheres no Escritório do Secretário de Estado. Ele também iria fornecer um Escritório de Desenvolvimento Global das Mulheres na Agência pelo Desenvolvimento Internacional dos EUA. Esta lei iria novamente erguer a visibilidade deste assunto ao mesmo alto nível alcançado pelo TEP.

Embora a pobreza certamente leve ao tráfico e à prostituição, países não precisam ser ricos de maneira a educarem e a fortalecerem as mulheres, terminar com estas práticas, e colher as recompensas econômicas. Sri Lanka, por exemplo, não é particularmente rico e mesmo assim ele possui um sistema de saúde público, um sistema de ambulância, e uma rede de parteiras treinadas em planejamento familiar, cuidado pré-natal e parto. Noventa e sete por cento dos bebês da nação nascem no hospital, e de acordo com relatórios do governo, ele diminuiu as mortes maternais pela metade (relativo ao número de nascimentos vivos) pelo menos a cada 12 anos desde 1935. WuDunn e Kristof escrevem que Sri Lanka dá alta prioridade à igualdade de gêneros; 89 por cento das mulheres são alfabetizadas. Educar mulheres, planejamento familiar e baixar a taxas de mortes maternais e de infantes, eles dizem, se traduzem em famílias menores e mais saudáveis que fazem poucas demandas sobre a economia nacional.

O boom da economia da China, os autores escrevem, pode ser rastreado à “liberação” das mulheres depois da revolução de 1949, quando Mao trouxe as mulheres à força de trabalho, para dentro do Comitê Central do Partido Comunista, e aboliu a prostituição, o casamento infantil e concubinato. Foi ele, eles adicionam, que proclamou que “as Mulheres seguram metade do céu”. É lógico, tudo não é perfeito lá, mas a China é um modelo pelos benefícios de levarem as mulheres à vida nacional.

Mais informação:
http://halftheskymovement.org
Half the Sky, por Nicholas D. Kristof e Sheryl WuDunn.
Vantage Books, EUA, 2011, 296 páginas, ISBN 978-0-307-38709-7

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