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Os Ensinamentos da Sabedoria Eterna e a religião tradicional

Em toda era, ou em tempos de crises excepcionais, grandes instrutores espirituais vem para o mundo para permitir que a humanidade tome seu próximo passo evolucionário.

Nós conhecemos eles, entre outros, como Hercules, Rama, Sankaracharya, Krishna, Buda, Maomé e o Cristo. Cada um deu um corpo de ensinamentos com um tema central e comum: corretas relações humanas. Por exemplo:

  • Cristianismo: “... Aquilo que gostaria que os homens fizessem a você, faça você a eles...”
  • Budismo: “Em cinco maneiras deve um homem de um clã ministrar para seus amigos e familiares—por generosidade, cortesia e benevolência, tratando os outros como ele trata a si mesmo, e sendo tão bom quanto suas palavras.”
  • Hinduismo: “Não faça aos outros, o que se feito à você, lhe causaria dor.”
  • Islamismo: “Nenhum de vocês é um crente até seu amor por seu irmão for como o amor que tem para si mesmo”
  • Judaísmo: “O que é maldoso à você, não faça à seu semelhante.”
  • Taoísmo: “Considere o ganho de seu vizinho como seu próprio ganho e considere a perda de seu vizinho como a sua própria perda."

Através de ensinamentos tão simples, as pessoas historicamente construíram complexos dogmas e rituais, dispostas a matar e a morrerem em nome de sua ideologia. Tal intolerância religiosa foi, e continua sendo a base para muita da discórdia e sofrimento no mundo. Quando homens e mulheres de todas as fé entenderem que eles compartilham um legado espiritual comum, como crianças de um único Pai—seja por qual nome sua tradição escolhe chama-lo—uma nove era de fraternidade e paz começará.

Um instrutor universal
O aparecimento de um instrutor espiritual para toda humanidade levanta questões para muitos, sejam crentes ou não-crentes. Ambos estão inconscientemente impedidos em suas respostas à esse aparecimento por preconceitos que podem impedi-los de ver Maitreya em sua verdadeira função e identidade.

Isto irá, talvez, fazer com que seja especialmente difícil para devotos das várias religiões aceita-lo como ele é. Eles estão frequentemente presos, numa maior ou menor extensão pela tradicional estrutura de suas fé da qual é difícil para eles se distanciarem. O que esses vários grupos religiosos tradicionais tem em comum é a expectativa que seu instrutor espiritual (ou se sucessor) irá intervir no fluir da história de uma maneira extraordinária. Infelizmente, uma crença comum a mais é que os membros de sua religião particular são escolhidos, e que o instrutor irá trazer a eles, e apenas a eles, o paraíso, seja nesta vida ou após esta.

A realidade, nós sugerimos, é muito diferente. Foram seus seguidores, não o Buda, Krishna, Maomé, Jesus ou Zoroastro, que criaram barreiras entre fé e as pessoas. O grande instrutor espiritual em todas as eras sempre enfatizou a única, inseparável humanidade. Não foram os ensinamentos, mas suas aplicações incorretas, que levaram à guerras religiosas, intolerância, inquisições e separatismo.

A chave para uma melhor compreensão do trabalho dos grandes instrutores espirituais é que eles sempre trabalharam juntos, como membros de um grupo conhecido como a Hierarquia Espiritual. Esta Hierarquia sempre apoiou a humanidade no longo caminho da evolução, desconhecida para a maior parte, trabalhando por detrás das cenas, mas ocasionalmente de maneira aberta quando o tempo estava pronto para revelar novos ensinamentos importantes.

De tempos em tempos, essas missões públicas jogaram em confusão a humanidade equipada com muito pouco conhecimento para penetrar ou corretamente interpretar os eventos que se sucedem. Em particular, anunciações por diversos instrutores de um futuro retorno, e previsões escritas em termos simbólicos das condições que irão cercar tais acontecimentos, levaram a muitos mal-entendidos. Um bom exemplo disso é a dificuldade que os Judeus tiveram em reconhecer e aceitar Jesus como o aguardado Messias, especialmente em relação à suas firmes convicções que ele proclamaria a si mesmo como um forte líder político e militar. Mesmo assim, Jesus era o prometido novo líder—mas numa maneira não compreendida por Judeus ou Cristãos.

De acordo com os Ensinamentos da Sabedoria Eterna, as previsões de instrutores espirituais no passado sobre seu retorno, estão apontando, sem exceções, aos eventos que agora acontecem, conforme o mundo move-se à uma nova era. Não ao “fim dos tempos” mas ao fim de uma era e o começo de um novo ciclo. É por isso que Maitreya está aqui agora.

Muitos caminhos
Sobretudo, a aparição de Maitreya não deve ser vista como um evento exclusivo para crentes, para qual os não-crentes não podem se relacionar. Os Mestres da Sabedoria e seus discípulos não são fenômenos religiosos. Eles tentam repetidamente ensinar a humanidade os princípios de justiça e fraternidade, sobre a necessidade de relações humanas corretas, e consequentemente, um correto relacionamento entre homem e Deus. No entanto, as igrejas colocaram inevitavelmente ênfase no elemento místico, e ao mesmo tempo monopolizaram a noção de espiritualidade, clamando que é exclusiva ao campo religioso.

O caminho religioso, no entanto, é apenas um caminho. O artista, o político, o cientista, o trabalhador manual, todos—crentes ou não crentes—podem viver uma verdadeira vida espiritual. O fator decisivo aqui é se eles estão ou não trabalhando a serviço da humanidade.



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